O trecho acima é de uma
música do cantor nordestino Falcão.
Quem conhece o trabalho
desse artista sabe de sua irreverência e veia humorística.
Falcão é o tipo do
humorista que conversa rindo e se veste de um jeito engraçado.
Hoje em dia, sua música
seria considerada um deboche ofensivo aos gays.
Homofobia é a palavra da
moda.
Ao pé da letra (homo –
igual // fobia – medo) significa apenas um medo mórbido do seu semelhante.
Hoje o significado mudou e
passou a significar “agressão aos homossexuais”.
Agressão já é um crime
punido de acordo com o código penal, independentemente de quem é o agredido.
Mas os homossexuais querem
mais.
Querem criminalizar até a liberdade
de expressão, coisa que só acontece em países governado por tiranos,
tipo China ou Cuba.
A lei que trata do assunto
PL 122, já entrou em votação várias vezes, mas outras tantas vezes foi tirada
para incluir mudanças, e até o momento não houve consenso.
Criminalizar quem pensa e fala
contra o homossexualismo é privilegiar uma minoria, em detrimento da maioria.
O homossexuais tem todo o
direito de lutar pelo acham serem seus direitos: casamento, adoção de filhos,
pensão, etc. mas não podem impedir quem pensa diferente.
Vivemos num país em que se
faz piada sobre o governo, os políticos, a religião e tudo o que se possa imaginar,
mas existindo a lei da homofobia, piadas sobre gays, travestis, passarão a ser visto como
crime.
Não sou a favor de piadas
ofensivas, a quem quer que seja, pois acho que o humor não precisa ser
ofensivo, e quando é deixa de ser humor.
Existe uma diferença
enorme entre discriminar e discordar de um estilo de vida.
O homossexuais precisam
ser ouvidos, respeitados e amados, assim como todas as pessoas, nem mais nem menos.
Como diria o irreverente
Tim Maia:
“Vale, vale tudo, só não
vale dançar homem com homem, e nem mulher com mulher.”






