terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Pálido ponto azul

Estamos sozinhos no universo.

A  bilhões e bilhões de anos luz daqui não há nem vestígio de vida.
Não há bactérias, protozoários, esponjas; só para citar as formas de vida mais “simples”.
Na verdade, não existe a palavra “simples” quando o 
assunto é vida.

A Terra é um oásis no meio de um deserto.
A vida aqui é abundante, exuberante, extasiante.

Se a vida é um evento puramente natural, não haveria motivo algum para que os planetas do nosso sistema solar não explodissem  em várias formas de vida, de acordo com a disposição de cada um.

Afinal de contas, os átomos que existem na terra , tem em todos os planetas em maior ou menor quantidade.
Mas não adianta, a vida só existe aqui.

Mas por que o criador colocaria vida só aqui,  dentre bilhões e bilhões de planetas neste imensurável universo?

Não faço a mínima ideia.

Mas por quê, se a vida surgiu naturalmente, dentre os mesmos bilhões e bilhões de planetas, no mesmo universo imensurável, isso também não aconteceu em todos eles?

Tenho uma ideia sobre isso.

O pálio ponto azul é extremamente produtivo.
Produza a terra, produzam as águas.
Toda forma de vida deste planeta vieram ou da terra  e da água.

Foi um evento natural, mas único e irreproduzível.
Os seres mais incríveis surgiram de diversas formas , tamanhos e cores, mas extremamente funcionais  e destes surgiram toda a diversidade hoje na terra, de descendentes comuns, mas não de ancestrais únicos

O princípio da criação é simples demais: um casal de qualquer forma de vida é suficiente para  crescer e multiplicar e encher a terra.

Uma ordem foi dada, leis foram criadas e elas são obedecidas  fielmente, tanto no reino da física, da química e da biologia.

O homem é o único ser que entende estas leis,  e busca manipulá-las , normalmente, em  proveito próprio.

O homem tem a natureza do criador, isso explica a evolução da tecnologia em todas as áreas da vida.

Mas há um problema: a imaginação do coração do homem é má desde a meninice.
E isso tem um preço, que é alto e justo: a lenta e progressiva destruição do nosso planeta.
O ponto azul pode até ser pálido, mas aos poucos deixará de ser azul.

  

Nenhum comentário:

Postar um comentário