Estamos sozinhos no universo.
A bilhões e bilhões
de anos luz daqui não há nem vestígio de vida.
Não há bactérias, protozoários, esponjas; só para citar
as formas de vida mais “simples”.
Na verdade, não existe a palavra “simples” quando o
assunto
é vida.
A Terra é um oásis no meio de um deserto.
A vida aqui é abundante, exuberante, extasiante.
Se a vida é um evento puramente natural, não haveria
motivo algum para que os planetas do nosso sistema solar não explodissem em várias formas de vida, de acordo com a
disposição de cada um.
Afinal de contas, os átomos que existem na terra , tem em
todos os planetas em maior ou menor quantidade.
Mas não adianta, a vida só existe aqui.
Mas por que o criador colocaria vida só aqui, dentre bilhões e bilhões de planetas neste
imensurável universo?
Não faço a mínima ideia.
Mas por quê, se a vida surgiu naturalmente, dentre os mesmos
bilhões e bilhões de planetas, no mesmo universo imensurável, isso também não
aconteceu em todos eles?
Tenho uma ideia
sobre isso.
O pálio ponto azul é extremamente produtivo.
Produza a terra, produzam as águas.
Toda forma de vida deste planeta vieram ou da terra e da água.
Foi um evento natural, mas único e irreproduzível.
Os seres mais incríveis surgiram de diversas formas ,
tamanhos e cores, mas extremamente funcionais
e destes surgiram toda a diversidade hoje na terra, de descendentes
comuns, mas não de ancestrais únicos
O princípio da criação é simples demais: um casal de
qualquer forma de vida é suficiente para
crescer e multiplicar e encher a terra.
Uma ordem foi dada, leis foram criadas e elas são
obedecidas fielmente, tanto no reino da
física, da química e da biologia.
O homem é o único ser que entende estas leis, e busca manipulá-las , normalmente, em proveito próprio.
O homem tem a natureza do criador, isso explica a
evolução da tecnologia em todas as áreas da vida.
Mas há um problema: a imaginação do coração do homem é má
desde a meninice.
O ponto azul pode até ser pálido, mas aos poucos deixará
de ser azul.
