A lei da
palmada , renomeada de “menino Bernardo”, é de autoria de Maria do Rosário,
do PT do rio Grande do Sul. A lei é de 2003.
A
proposição da lei foi elaborada pelo LACRI.(Laboratório de estudo da criança)
O LACRI
pertence á USP, e um dos itens em sua carta de princípios, diz assim:
“É preciso chegar antes que uma criança
ou adolescente se torne um dossiê médico,
um caso psiquiátrico,
um processo judicial, uma ocorrência policial, uma notícia de jornal.”
A USP não lê o que
escreve.
A universidade tem os
trotes mais violentos do país, com casos de morte.
Estudantes maconheiros
povoam seu campus. Segurança não existe lá.
É nessa instituição que
Maria do Rosário recorreu para embasar a lei.
Maria do Rosário que além
de deputada, é professora.
Os professores têm sido
grandes vítimas de violência adolescente nas escolas.
Chamar a lei de “menino
Bernardo”, foi um tiro no pé.
Bernardo Boldrini, tornou-se uma ocorrência policial e uma
notícia de jornal.
Ele foi assassinado.
O Estado quer cuidar dos
nossos filhos.
O mesmo Estado que nega á
criança e ao adolescente , o direito á saúde,
segurança, á vida.
Se podemos punir os pais
por algumas palmadas, então podemos também punir o Estado pelos direitos
básicos negados.
Após á lei, como será o
tratamento policial aos menores infratores?
Se os pais não podem bater
nos filhos, por que policiais poderiam?
Não podemos nos enganar,
países desenvolvidos prendem seus assassinos, mesmo que estes sejam menores de idade.
Não há
impunidade.
Nisso, o Brasil não é
exemplo pra ninguém.
O PT é um partido de
aloprados.
Proibiram uma mãe de bater
em seu filho, e permitiram que ela o mate ainda no ventre materno.

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