terça-feira, 3 de junho de 2014

Uma palmada na sociedade

  


A lei da palmada , renomeada de “menino Bernardo”, é de autoria de Maria do Rosário, do PT do rio Grande do Sul. A lei é de 2003.
A proposição da lei foi elaborada pelo LACRI.(Laboratório de estudo da criança)
O LACRI pertence á USP, e um dos itens em sua carta de princípios, diz assim:
É preciso chegar antes que uma criança ou adolescente se torne um dossiê médico,
um caso psiquiátrico,  um processo judicial, uma ocorrência policial, uma notícia de jornal.
A USP não lê o que escreve.
A universidade tem os trotes mais violentos do país, com casos de morte.
Estudantes maconheiros povoam seu campus. Segurança não existe lá.
É nessa instituição que Maria do Rosário recorreu para embasar a lei.
Maria do Rosário que além de deputada, é professora.
Os professores têm sido grandes vítimas de violência adolescente nas escolas.
Chamar a lei de “menino Bernardo”, foi um tiro no pé.
Bernardo Boldrini,  tornou-se uma ocorrência policial e uma notícia de jornal.
Ele foi assassinado.
O Estado quer cuidar dos nossos filhos.
O mesmo Estado que nega á criança  e ao adolescente , o direito  á saúde,  segurança, á vida.
Se podemos punir os pais por algumas palmadas, então podemos também punir o Estado pelos direitos básicos negados.
Após á lei, como será o tratamento policial aos menores infratores?
Se os pais não podem bater nos filhos, por que policiais poderiam?
Não podemos nos enganar, países desenvolvidos prendem seus assassinos, mesmo  que estes sejam menores de idade. 
Não há impunidade.
Nisso, o Brasil não é exemplo pra ninguém.
O PT é um partido de aloprados.

Proibiram uma mãe de bater em seu filho, e permitiram que ela o mate ainda no ventre materno.

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