domingo, 4 de março de 2012

A maldade da ciência



O mundo gasta em média 10 vezes mais  em armas de todos os tipos do que em ajuda humanitária.
A tecnologia usada hoje nas armas nucleares permite aos seres humanos dizimar populações inteiras, silenciosamente.

Não é preciso mais destruir cidades ou causar contaminação, como aconteceu nas cidades de hiroshimna e nagazaki, em agosto de 1945.

Depois desse lamentável episódio, outros coquetéis de destruição, além da bomba atômica, foram testados por cientistas.

A humanidade chegou a armas químicas e biológicas.
De forma bem resumida, qual é a diferença entre elas?

Armas biológicas são armas que transportam microorganismos vivos, bactérias e/ou vírus para que, na hora do impacto, disseminem doenças contagiosas e dizimem populações inteiras.

Podem causar uma pandemia (doença epidêmica amplamente difundida), porém a infraestrutura de uma cidade fica preservada.

Armas químicas são armas que transportam substâncias tóxicas irritantes que atacam a orofaringe (uma das divisões da faringe), pele e tecidos de animais e vegetais.
Muitos destes compostos, após reação, produzem ácidos muito fortes. Neste caso, a infraestrutura de uma cidade pode ser prejudicada e possivelmente haverá contaminação do solo e do lençol freático.

Armas nucleares são armas que transportam elementos radiativos que, por fissão nuclear (quebra do núcleo atômico), liberam grande quantidade de energia, destruindo a infraestrutura da cidade.
Os efeitos radiativos alteram o código genético do ser vivo.
A bomba atômica é uma arma nuclear.

Em termos de efeito devastador,  a pior  entre as três armas é a biológica.
No momento de sua explosão, os microorganismos não são afetados e sua multiplicação bacteriana e/ou viral se dá em progressão geométrica. Além disso, é difícil combater um agente invisível.

No projeto A119, os  EUA, cogitou  detonar  uma bomba atômica na lua, para demonstrar o seu poderio frente á extinta URSS, durante a guerra fria.
Na  equipe responsável por investigar os efeitos teóricos de uma explosão nuclear sob baixa gravidade, estava o jovem  cientista Carl Sagan.

Como se sabe, o poderio bélico de um país assegura-lhe o título de potência mundial, um mérito desejado (vergonhosamente) por muitas nações. Título, aliás, pertencente aos EUA.

Nossa criatividade para destruir é em muito superior a capacidade de reconstruir e de amar ,
e ainda não sabemos onde poderemos chegar.

                          E, por se multiplicar a iniquidade , o amor de muitos esfriará.
                    (Mateus 24,12)


Um comentário:

  1. ANDRÉA OLIVEIRA SILVA14 de setembro de 2015 às 07:59



    Onde está Roberto Flávio Cavalcanti? O homofóbico é sempre uma pessoa nojenta e tem que ser castigada. Todo racista tem que ser punido. Homofóbicos e racistas são iguais a um pedófilo. Ou piores que um pedófilo.
    http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/mp-entra-com-acao-contra-blogueiro-por-ofensas-a-comunidade-lgbt
    No penúltimo dia útil no calendário do Judiciário (17 de dezembro), o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por meio da Promotora de Direitos Humanos, Dra. Jaceguara Dantas, ajuizou ação civil pública contra o blogueiro Roberto Flávio Cavalcanti e também contra a Google Brasil Internet Ltda., onde o escritor mantém hospedado seu blog “Catolicismo & Conservadorismo: Trincheira do conservadorismo católico”.
    De acordo com a ação, os artigos e comentários do blog são gravemente ofensivos e preconceituosos à comunidade LGBT de Campo Grande.

    O blog foi denunciado ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul pela ATMS (Associação das Travestis e Transexuais de MS), que empenhou esforços para ajuizamento da ação que tem como objetivos, além da obrigação da Google pela imediata retirada do blog do ar (em tutela antecipada), também a condenação de ambos em indenização pecuniária por dano moral coletivo a ser destinado ao Fundo Estadual de Assistência Social de MS para aplicação nas políticas públicas de combate à discriminação no âmbito de Mato Grosso do Sul.
    O Campo Grande News tentou contato com o blogueiro Roberto Flávio Cavalcanti, porém não obteve retorno.

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