Todos que conhecem a história sabem que o fim foi trágico, principalmente para Eloá, que foi morta
por Lindemberg, que não queria o fim do relacionamento.
Uma pergunta fica no ar: quem ama mata?
A reposta só pode ser uma: NÃO!!!
Mas esse não foi o primeiro e nem será o último caso no qual o amor será a desculpa para
tirar uma vida.
Mas o verdadeiro amor, se é que podemos chamar assim, foi sabiamente descrito pelo
inspiradíssimo apóstolo Paulo:
"Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse amor,
e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios
e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que
transportasse os montes e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuisse toda a minha fortuna para sustento dos pobres ,
e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado , e não tivesse amor,
nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, o amor é benigno, o amor não é invejoso,
o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece,
não se porta com indecência, não busca os seus interesses,
não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade:
Tudo sofre, tudo crê, tudo suporta.(1)
E, principalmente : o amor não faz mal ao próximo.(2)
Esse é o amor que faltou ao Lindemberg, e infelizmente a muita gente que diz que ama.
1- 1Co 13,1-7
2- Rm 13,10

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