terça-feira, 30 de setembro de 2014

A culpa é das estrelas

Li o livro. Assisti ao filme.

O livro é chato, sem emoções, cansativo de ler.

No filme, a emoção ficou por conta de Shailene Woodley, 
que faz o papel de Hazel, a adolescente prestes a morrer de câncer 
que não morre de câncer.

Não é difícil chorar junto com a Hazel, sempre com os olhos marejados.

Às vezes ela também faz rir.

Ler é sempre bom, mesmo que o livro seja chato, ás vezes o livro é  melhor que o filme.

Acho que John Green se perdeu na sua história, tipo "Uma aflição imperial".

Leia o livro ou assista o filme, um dos dois vai te agradar.

domingo, 14 de setembro de 2014

A cara de pau do TSE

“Quando você for escolher um candidato, 
não é só votar e acabou.
Se ele der uma opinião errada  é como você estivesse falando.
E esse peso vai ser carregado pra cima e pra baixo.
As pessoas vão olhar como se a culpa fosse sua.
O pior é que vai ser mesmo.
Conheça bem seu candidato para você não passar por isso depois.
Pense bem antes de votar.

Você é responsável pelos políticos que escolhe.”

Muitas mentiras em poucas linhas.
Voto é uma procuração em branco. 

Não pode se arrepender em quem votou e querer
arrancá-lo do cargo, isso não é mais possível.
Se ele roubar e se meter em corrupção mesmo comprovado, dificilmente será punido e pode, caso seja punido, voltar em outra legenda.
Graças a conveniência do TSE.
Conhecer o candidato não quer dizer que ele não vá fazer besteiras estando uma vez eleito.
Muitos dos candidatos corrutos quando entraram tinham 

a ficha limpa.
Outra coisa que favorece a corrupção é a quantidade de partidos nanicos no Brasil.
Hoje estamos com 32 partidos, muitos servem apenas como legenda de aluguel, para fazer conchavos com grandes partidos, em troca de benefícios.
O voto não é de livre vontade, ele é obrigatório, sob  pena de multa caso não seja exercido.
Uma democracia que obriga você a votar não é democracia.
O coeficiente de votos é o responsável por eleger candidatos que nem tiveram votos suficientes, e são arrastados ao cargo por outros com grande votação.
(como Jean Wyllys , que foi eleito com mísera votação, sendo arrastado ao cargo, graças a Chico Alencar )
A culpa é do povo?  Acho que não.
Mas vivemos em um país em que jogar a responsabilidade nas costas alheias é comum.
O TSE permite a criação de dezenas de partidos, a candidatura de qualquer pessoa, a eleição de candidatos com votos insignificantes, obriga o eleitor a comparecer na urna, e ainda culpa o cidadão de votar errado.
Não é o cidadão que cria as regras, tão pouco é ouvido quando elas são criadas, mas tem que se submeter a elas.
TSE, sejam mais responsáveis em suas propagandas.
O povo detesta política, e vota só por obrigação.
Não tornem as coisas piores responsabilizando-nos pelas suas incompetências.