terça-feira, 13 de novembro de 2012

O Desespero de Richard Dawkins

Ele não é conhecido por ser um brilhante zoólogo, biólogo,ou cientista, ainda que, algumas revistas e periódicos o chamem assim, mas sim por ser um ferrenho defensor da teoria da evolução e ateu empedernido.

Em sua atual cruzada contra deus, ele postou em seu site a vitória que, supostamente,teve contra o design inteligente (DI), movimento que o assusta tremendamente.
Escolas britânicas estão impedidas de ensinar qualquer coisa referente o DI, sob pena de perder o dinheiro do governo. Bom argumento.

O cientista que abomina interpretação de livros sagrados é o mesmo que se deleita em interpretação de pedaços de ossos antigos.
Como se um pedaço de crâneo e um fêmur fosse responder de onde viemos e quem somos.

Provar que deus existe, cientificamente, também é uma perda de tempo.

Quer deixar ele irritado? Pergunte como a vida começou.

Como a evolução não pode ser testada em laboratório, porquê ainda muitos cientistas a aceitam?
Simplesmente, porque a única alternativa a ela é a criação divina.
A evolução é mais uma filosofia, do que ciência realmente dita.

Como não se pode criar neandertais em gaiolas para estudar seus
costumes e comportamentos , tem que se projetar ou imaginar o que estes faziam no seu tempo,
e porque desapareceram, e a quem deram origem.

Aqui entra a especulação, opinião pessoal, interpretação pessoal, pontos de vistas
e a própria vontade de que sua descoberta sejam verdadeiras.
É evidente que não é possível saber como eram as coisa milhões, ou bilhões de anos atrás, motivo pelo qual, tais teorias são especulativas e não objetivas.

Quem já leu algum livro do Dawkins, sabe que ele não cansa de ser repetitivo.
Isso é uma tática.
Ele se propõe a explicar a complexidade da vida de maneira simples,
mas não tem conseguido.

Aliás, complexidade reconhecida pelo próprio, em seus livros, mas ele dá de ombros
e chama isso de uma aparente ilusão.
Para Dawkins a evolução é tão poderosa que ela é válida quem qualquer lugar do universo.

Quando Willian Paley, descreveu deus como um criador, usando como analogia o relógio, Dawkins disse que sua analogia não fazia sentido, mas seus livros estão recheados de analogias totalmente descabidas, talvez só ele acredite nelas.

Se o DI ou o criacionismo ameaça a teoria da evolução, estrago pior tem feitos as fraudes com fósseis ao longo da história: homem de java, homem de piltdown, homem de Nebraska, e muitos outros.

Se estas fraudes ou falsas interpretações fossem ensinada nas escolas, a teoria da evolução já estaria enterrada.

A ciência já enterrou Darwin, basta jogar terra no seu túmulo, se  Dawkins deixar, é claro.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O dízimo de Malaquias e as dádivas de Paulo

Nas cartas de Paulo não há lugar para o dízimo obrigatório,
mas sim para as dádivas voluntárias.

O apóstolo que fundou diversas igrejas (sem construir nenhum templo),
foi bem claro em relação ás ofertas:
"No primeiro dia semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a  sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando eu chegar" . (Co 16,3)

Paulo também elogiou os irmãos das igrejas da Macedônia: "Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder deram voluntariamente." (2Co 8,9).

Não há dúvida nas cartas de Paulo quando o assunto é ofertas:
 "Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza,
ou por necessidade; porque Deus ama o que dá com alegria" (2Co 9,2).
Mas também reconheceu que as igrejas, exceto a de filipos, não sabiam como proceder quando o assunto era contribuir:
“E bem sabeis também vós, ó filipenses, que no princípio do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, se não vós somente.” (Fl 4,15)

Malaquias era pesado nas palavras, porque tinha que ser.
Israel sempre foi rebelde.
Mas há um detalhe: ele não o fazia em benefício próprio,
pois não era sustentado pelo dízimo.
O apóstolo Paulo evitou ser pesado aos irmãos (2Co 11,8), para não por impedimento algum ao  evangelho.(1Co 9,12)

Aquilo que Jesus disse aos discípulos :”Digno é o obreiro do seu alimento.” (Mt 10,10), foi confirmado por Paulo :
“ Os que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.” (1Co 9,14)
 
Ah! Mas o dízimo é bíblico. E daí?
Apedrejar os adúlteros, os filhos rebeldes, guardar o sábado,
sacrificar animais, também é.
Mas porque Paulo não pedia o dízimo nas igrejas que ele abria?
Justo Paulo, que era, segundo ele mesmo dizia:
“...excedia em judaísmo a muitos de minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais. (Gl 1,14)

“... conforme a mais severa seita de nossa religião vivi fariseu.(At 26,5)

“...sou varão judeu, nascido em Tarso da Cilícia, e nesta cidade criado aos pés de Gamaliel, instruído conforme a verdade da lei de nossos pais, zeloso para com Deus, como vós hoje sois.”(At 22,3)

Será que tudo isso não o credenciava a ser o mais fiel dos dizimistas?
Eu sei que a maioria dos irmãos, dizima por pressão dos pregadores e por desconhecerem o ensino correto de Paulo.

É lógico que há exceções.
Ninguém vai evitar problemas financeiros ou de saúde
só porque é dizimista.

Deus não faz acepção de pessoas, e faz com que o sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.

Não quero desmotivar os irmãos que são dizimistas a deixarem de ser, mas quero dar um alívio aos irmãos que sofrem com esse fardo obrigatório.

Eu tenho certeza que o necessário á minha e á sua vida Deus proverá.
Pois Jesus disse : “buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas (comida, bebida, vestes) vos serão acrescentadas. (Mt 6,33)

Quer seguir a Malaquias, siga. Quer seguir a Paulo, siga.
O seu dízimo ou a sua oferta não o tornará mais ou menos santo.

Deus, que além de não habitar em templos  feito pelas mãos dos homens,
também não precisa de dinheiro.(At 17-24,25)